Mudança climática: não agir não é uma opção

A mudança climática constitui uma das maiores, mais arraigadas ameaças globais de longo prazo e de acordo com o novo relatório do Swiss Re Institute (SRI), a América Latina se destaca como uma das regiões de grande impacto devido aos efeitos exagerados deste fenômeno nas economias emergentes em regiões quentes e produtoras de petróleo.

O relatório "Economics of Climate Change: no action not an option“ declara que se nenhuma ação for tomada agora, 48 das maiores economias do mundo (90% do PIB global) podem ser impactadas.

O índice de Clima do Swiss Re Institute analisa quais economias serão mais afetadas, quais estão mais expostas e quais estão mais bem posicionadas para se adaptarem ao risco climático.

Conforme as temperaturas globais aumentam, o Brasil é particularmente propenso a experimentar condições climáticas mais quentes e secas. Durante os dias de verão, ondas de calor excessivas podem suprimir o rendimento das safras e induzir a mortalidade e doenças relacionadas à saúde humana. A indústria de turismo seria gravemente afetada. O Brasil ainda enfrenta lacunas em sua infraestrutura de saúde e desafios na integração eficaz da gestão de riscos de desastres ao planejamento do investimento público. Como resultado, seu nível atual de capacidade de adaptação fica atrás da maioria dos países desenvolvidos em nosso índice.

O país ocupa atualmente a posição 38 no índice de Economia do Clima do Swiss Re Institute. Também está exposto a uma perda do PIB de -16.8% para 2048 por impacto cumulativo no cenário mais grave frente a este fenômeno.

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