A lacuna de proteção contra mortalidade na América Latina

O sólido crescimento econômico na América Latina ao longo da última década estimulou o emprego, a renda e a poupança, bem como a penetração dos seguros de vida na região. Entretanto, segundo um relatório divulgado hoje pela Swiss Re, as vidas de muitos latino-americanos ainda não estão seguradas ou têm cobertura inadequada, atingindo dimensões alarmantes.

A lacuna de proteção contra mortalidade na América Latina é o primeiro estudo desse tipo a abordar países selecionados na América Latina. Segundo o relatório, oito importantes mercados latino-americanos somam uma lacuna de proteção contra mortalidade de US$ 7,2 trilhões. Foram analisados: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru, Porto Rico e Venezuela, países que, juntos, representam 97% dos prêmios de vida na América Latina.

Nos últimos 10 anos, os prêmios de seguro de vida na América Latina apresentaram taxas de crescimento médio de dois dígitos. Embora a penetração e a densidade tenham melhorado nesse período, a demanda por seguros ainda é muito menor que em outras regiões. Em 2012, os gastos per capita com seguro de vida na região foram, em média, de US$ 120, três vezes menores que a média mundial, que é de US$ 373.

Ajudar a reduzir essa lacuna oferece não apenas auxílio de proteção para as famílias latino-americanas, mas também representa uma oportunidade de negócio significativa para as seguradoras do ramo vida. As constatações desse estudo dão às seguradoras as informações sobre onde e como podem ser desenvolvidos produtos de proteção contra a mortalidade para atender as necessidades específicas de cada região.


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